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Justiceiro – 2º Temporada – Critica

27 de janeiro de 2019 - Marvel, Series
Justiceiro – 2º Temporada – Critica
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Justiceiro

A netflix em parceria com a Marvel nos agraciou com boas series no Streaming, porem geralmente as continuações deram uma escorregada.

Uma exceção a esse fenômeno seria o Demolidor que em sua segunda temporada foi boa e manteve um excelente nível, devido muito a aparição do Justiceiro ( Frank Castle ).

Finalmente vamos falar da 2 temporada do Justiceiro, que teve seu inicio mostrando que Frank Castle ( Jon Bernthal ) tentando levar uma vida normal, um viajante, vivendo com seus fantasmas porem adormecido.
Usando o nome de Pete Castiglione para em um bar e acaba se relacionando com uma mulher – momento raro – em seguida salva uma jovem de ser assassinada por misteriosos homens, sem saber o que estava se metendo alem de não saber quem era a jovem.

Apos essa briga, castle volta a ser o que era antigamente uma maquina de matar com seus fantasmas e luto, sendo retratado apenas dessa forma, algo que nas HQs a mais do que simplesmente uma maquina de matar. Não podemos reclamar da atuação de Jon Bernthal, que sempre parece ameaçador e a todo momento causa a sensação de morte a todos.

Entretanto a jovem chamada Amy (Giorgia Whigham), a garota resgatada por Castle tem em seus primeiros episódios uma relação tanto quanto conturbada, sem confiança e estranheza. Com o tempo começa a despertar uma amizade e cada vez aumenta até chegar no nível de mentor e aprendiz, variando piadas de humor, a assustadores momentos para lembrar a todos que o protagonista é um tanto perturbado. Amy a personagem nova é muito boa há química entre eles porem o enredo não aprofunda neles em seus problemas psicológicos, traumas e detalhes dos personagens ( Castle e Amy ) e sim aponta para os vilões e tiroteio.

Billy Russo

Certamente o arco mais chato e tedioso da serie, o principal antagonista esta em recuperação no hospital onde tem sua memoria comprometida e não se lembra de nada, o conhecido nas HQs retalho. A caracterização não mete medo em nada, não chega perto ao retalho dos quadrinhos, quando ele mostrou a face eu pensei ” è serio isso, apenas isso, tantos episódios para ver marcas de arranhado” é literalmente frustrante e sem contar que a tentativa de aprofundar a historia do antagonista é deveras tediosa e chata meu Deus. Claramente o ator que interpreta Billy Russo ( Ben Barnes ) não esta confortável no papel interpretando um criminoso estável, é lamentável. Juntando isso com arcos tediosos, como o interminável entre Russo e sua psicóloga Krista (Floriana Lima), e também a surpreendente ausência de violência gráfica e cenas de ação memoráveis.

Como sempre temos dois vilões, e se o primeiro é tedioso o segundo e muito mal aproveitado e esse sim é mais lamentável pois a premissa e o ator são muitos bom e salvam cenas, John Pilgrim (Josh Stewart) sequer tem alguma importância. Nazista que tornou-se padre, ele parece saído de uma HQ de Garth Ennis, não mostra suas habilidades, sua motivação e apenas revelada nos episódios finais, não soa ameaçador e nem se quer nos preocupa na serie, porem mesmo assim luta com o protagonista que foi sem duvidas a melhor luta em vista que Billy Russo o principal antagonista nem sequer luta.

LAMENTÁVEL.

Com a separação da Disney e Netflix podemos ter um reboot na serie, esperamos algo mais memorável para esse excelente personagem, o ator que interpreta Frank Castle é de longe o melhor, Justiceiro teve sua primeira aparição em demolidor perfeita e dando esperanças junto a seus fans, o solo já não teve a mesma pegado porem se sustentou como ok, já a segunda temporada a classifico como lamentável, pois tinha potencial para muito mais e infelizmente não entregou.

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